Pessoa criando aplicativo web e mobile no Bubble em computador e smartphone lado a lado

Nos últimos anos, criar um aplicativo deixou de ser um privilégio para quem domina códigos. Desde que eu conheci o Bubble, vi como essa mudança pode ser libertadora para quem tem uma ideia e quer tirar do papel. Em 2026, o Bubble consolidou-se como referência absoluta em plataformas no-code, tornando o desenvolvimento acessível, ágil e flexível tanto para web quanto para mobile.

O que é o Bubble e por que ele é a escolha principal em 2026?

O Bubble é uma ferramenta de desenvolvimento no-code que permite criar aplicativos web e mobile completos, sem precisar escrever sequer uma linha de código. Eu percebi que o grande diferencial está no editor visual e nas funcionalidades que evoluíram bastante nos últimos anos. Em 2026, destaco algumas das novidades mais pedidas:

  • Recursos nativos para publicação mobile (sem dependências de terceiros);
  • Melhorias de performance para grandes aplicativos;
  • Integrações facilitadas com inteligências artificiais populares;
  • Personalização profunda do design responsivo.
Quem sonha com um app próprio, não encontra mais barreiras técnicas no Bubble.

No contexto da mowebstudio, essas inovações representam uma chance de ajudar clientes dos mais variados perfis. De pequenas empresas a startups, todos podem colocar soluções digitais de pé em poucos dias.

Primeiros passos: da ideia à configuração

No início, sempre sugiro estruturar a ideia antes de abrir o editor. Planejar a jornada do usuário, as funções-chave e os fluxos esperados reduz o risco de se perder durante o desenvolvimento e evita mudanças desnecessárias depois.

  1. Planejamento do aplicativo: Defina qual problema será resolvido, quem é seu público, e como usuários navegarão pelo app. Exemplos: cadastro de clientes, marketplace simplificado, agenda de consultas, etc.
  2. Criação de conta e escolha de plano: Faça seu cadastro no Bubble. Avalie se começa pelo plano gratuito (bom para protótipos) ou já parte para um plano pago, caso precise recursos como domínio próprio ou maior capacidade.
  3. Criação do projeto: Escolha criar um app em branco para liberdade total no design e na lógica.

O editor visual do Bubble para iniciantes

Logo na primeira interação, o editor visual já me deixou animado pela clareza. Tudo no Bubble é baseado em elementos arrastáveis e configurações intuitivas.

  • Páginas: Cada tela do seu app é uma página, como login, cadastro ou área de usuários.
  • Componentes reutilizáveis: Cabeçalhos, rodapés, cartões e listas podem ser criados uma vez e usados em várias páginas.
  • Grupos e containers responsivos: Os grupos servem para organizar campos, botões e textos, além de facilitar o design adaptativo.

No Bubble, o design acontece em tempo real – basta arrastar, soltar e ajustar propriedades.


Tela do editor visual do Bubble, mostrando componentes em uma página As opções de responsividade continuam em destaque em 2026, inclusive com previews em tempo real para web, tablets e celulares.

Banco de dados no Bubble: estrutura simples e eficiente

Quando explico a lógica do Bubble, sempre fico feliz em ver como os clientes se surpreendem ao perceber o quanto é mais fácil organizar dados comparado ao modelo tradicional.

No Bubble, o banco é construído a partir de três conceitos: tipos de dados, campos e regras de privacidade.

  • Tipos de dados (Data Types): Entidades como "Cliente", "Produto", "Pedido".
  • Campos (Fields): Características do tipo de dado, como nome, email, foto, preço.
  • Privacy rules: Configurações para controlar quem pode ver ou modificar informações. Fundamental para apps que cuidam de dados pessoais.

Trazendo um exemplo prático: em um app de cadastro de clientes, eu criaria o tipo de dado "Cliente" e organizaria campos para nome, email e telefone. Tudo sem escrever código.

Exemplo de banco de dados visual Bubble com tipos de dados e campos listados Esse processo se repete para aplicativos maiores, como marketplaces, portais e CRMs. O segredo está em definir corretamente tipos e relacionamentos já no início do projeto.

Workflows: lógica do aplicativo sem código

A primeira vez que testei um workflow no Bubble, senti estar programando, mas só clicando. O workflow é o “cérebro” da aplicação, permitindo criar toda a lógica do sistema.

  • Ações de autenticação: Criar contas, login, redefinição de senha.
  • Processamento de dados: Salvamento de informações, edição, filtros.
  • Fluxos de navegação: Redirecionar o usuário após completar um cadastro ou acionar um botão.
  • Integrações: Envio de emails automáticos, conexão com APIs e agora, com IA para análises e respostas inteligentes.
Cada ação no Bubble é criada escolhendo blocos lógicos e conectando eventos, sem precisar saber programar.

Esses workflows potencializam o crescimento rápido do aplicativo, já que toda automação pode ser criada em poucos minutos. Conheça mais dicas sobre automações no no-code lendo meus conteúdos em No-code na mowebstudio.

Design responsivo: visual perfeito em qualquer dispositivo

Em 2026, para mim, design responsivo deixou de ser diferencial e virou obrigação. O Bubble já traz recursos automatizados para visualizar o resultado no desktop e no mobile simultaneamente.

  • Grids e containers inteligentes: Ajustam componentes automaticamente de acordo com tamanho de tela.
  • Breakpoints editáveis: Personalize onde cada grupo ou elemento vai se adaptar para tablets e celulares.
  • Pré-visualização por dispositivo: Permite antecipar possíveis ajustes antes da publicação.

Minhas dicas rápidas:

  • Priorize fontes legíveis e botões maiores;
  • Evite sobrecarregar páginas com muitos campos ou informações;
  • Teste as páginas principais tanto na web quanto em diferentes tamanhos de aparelho.

Publicação do aplicativo: últimos passos

Após toda configuração e ajustes, o Bubble permite publicar o aplicativo de forma simples:

  1. Acesse as configurações do projeto;
  2. Defina domínio ou use o endereço padrão do Bubble;
  3. Revise as regras de privacidade e permissões de usuário;
  4. Pressione o botão de deploy. Pronto, o app está online!

Se desejar publicar nas lojas de aplicativos (Google Play ou App Store), em 2026 já é possível exportar versões mobile direto do próprio editor, incluindo notificações e integrações nativas.

Novidades do Bubble em 2026

A cada atualização, percebo como o Bubble escuta as demandas da comunidade de criadores. Entre as novidades deste ano:

  • Melhor performance (carregamento até 45% mais rápido);
  • Opção de exportação real para apps mobile nativos;
  • Integração nativa com as principais soluções de inteligência artificial, como assistentes e sugestão de conteúdo em tempo real;
  • Central de monitoramento para gestão de recursos e notificações automáticas.

Essas melhorias refletem também nos serviços da mowebstudio, já que posso oferecer aos clientes recursos antes encontrados apenas em grandes equipes de desenvolvimento.

Como tirar sua ideia do papel agora mesmo

Se você quer criar um aplicativo web ou mobile em 2026, o Bubble mostra que é possível fazer isso sozinho, sem código, mesmo para quem está começando agora. O mais interessante é que, com serviços como a mowebstudio, ainda pode contar com acompanhamento passo a passo, do planejamento até a publicação.

Seu app não precisa ficar só na ideia – chegou a hora de lançar ele para o mundo.

Se o seu objetivo é entender mais e avançar com aplicações, recomendo também conhecer exemplos práticos sobre aplicativos no nosso blog da mowebstudio ou aprofundar sobre digitalização de negócios em negócios digitais.

Quer um olhar personalizado e suporte durante todo o processo? Saiba como posso ajudar conhecendo nossos serviços e veja exemplos reais em cases de aplicativos criados com no-code e automação para empresas.

Perguntas frequentes sobre o Bubble

O que é o Bubble e para que serve?

Bubble é uma plataforma no-code que permite criar aplicativos web e mobile sem escrever código, usando um editor visual e banco de dados personalizável. Ela serve para tirar ideias do papel de forma rápida e acessível, ideal para pessoas e empresas que buscam soluções digitais práticas.

Como criar um app do zero no Bubble?

O primeiro passo é criar uma conta, definir o objetivo do app e planejar suas funções principais. Em seguida, escolhe-se um template ou começa-se do zero no editor visual, organizando páginas, banco de dados (com tipos, campos e regras de privacidade) e criando workflows para as ações e lógicas do app. Por fim, ajusta-se o design responsivo e publica-se a aplicação.

Preciso saber programar para usar o Bubble?

Não é preciso saber programar para criar aplicativos no Bubble, pois todas as etapas podem ser realizadas com recursos visuais e lógicos intuitivos. O conhecimento prévio pode ajudar a entender fluxos, mas não é obrigatório iniciar.

O Bubble é indicado para aplicativos mobile?

Sim. Em 2026, o Bubble trouxe funcionalidades próprias para exportação mobile, incluindo suporte a notificações, integrações com aplicativos do dispositivo e layouts adaptáveis para telas pequenas. Assim, permite criar apps nativos ou híbridos com facilidade e performance.

Quanto custa desenvolver um app no Bubble?

O Bubble oferece planos gratuitos para protótipos e projetos simples, e planos pagos a partir de valores mensais acessíveis, que variam conforme a necessidade de recursos, uso de domínio próprio e quantidade de acessos. O custo final depende do tamanho do projeto, volume de dados e integrações desejadas.

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Sobre o Autor

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Moabe é um profissional dedicado à criação de soluções digitais acessíveis, focando em descomplicar o desenvolvimento de aplicativos e automações para pessoas e empresas. Apaixonado por tecnologia, Moabe busca facilitar o processo de digitalização de negócios, explicando cada etapa de forma clara e humana. Ele acredita que todos devem ter acesso a ferramentas digitais eficientes, mesmo sem conhecimentos em programação, e se destaca pelo suporte próximo ao cliente, do início ao fim do projeto.

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